Como organizar o calendário de férias?

Entenda como funcionam as férias trabalhistas e aprenda a organizar o calendário de férias da sua empresa de acordo com a CLT.

Organizar o calendário de férias em uma empresa parece desafiador, especialmente ao equilibrar as necessidades dos colaboradores com as demandas do negócio. No entanto, uma gestão eficaz das férias não só contribui para o bem-estar dos colaboradores, mas também fortalece a produtividade e promove a harmonia dentro da equipe.

Neste artigo, vamos explorar passo a passo como organizar o calendário de férias da sua empresa de forma eficiente, enquanto destacamos a importância de uma solução de gestão de pessoas para facilitar esse processo.

Primeiramente, antes de mergulharmos nas estratégias de organização do calendário de férias, é importante compreender como as férias trabalhistas funcionam. No Brasil, as férias são um direito garantido aos trabalhadores pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Todo funcionário tem direito a 30 dias corridos de férias após cada período de 12 meses de trabalho, conhecido como período aquisitivo.

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Existem diferentes tipos de férias previstas pela legislação trabalhista brasileira:

Férias regulares

Todo trabalhador tem direito às férias tradicionais após completar 12 meses de trabalho. Normalmente, essas férias consistem em 30 dias corridos, além de receber a remuneração normal e um terço adicional do salário.

Férias coletivas

São férias concedidas a todos os colaboradores de uma empresa ao mesmo tempo, durante períodos pré-determinados. Essas férias são geralmente planejadas para momentos de baixa atividade, como o final de ano, e permitem que a empresa feche temporariamente suas operações.

Férias proporcionais

São férias concedidas proporcionalmente ao tempo de trabalho do colaborador dentro do período aquisitivo. Por exemplo, se um funcionário trabalhou apenas seis meses, terá direito a 15 dias de férias proporcionais.

Férias individuais e férias em dobro

Existem modalidades de férias que as empresas podem conceder em situações específicas. Por exemplo, colaboradores menores de 18 anos ou maiores de 50 anos têm direito a férias em dobro. Além disso, funcionárias gestantes têm direito a férias individuais adicionais antes do período de licença maternidade.

Esses diferentes tipos de férias permitem uma flexibilidade maior na gestão do tempo de descanso dos colaboradores, atendendo às necessidades individuais e organizacionais de forma adequada.

A legislação trabalhista define regras específicas sobre as férias, incluindo o período de concessão. Além disso, menciona o pagamento do adicional de um terço do salário e os prazos para comunicação e planejamento. Portanto, as empresas devem estar cientes dessas regulamentações para evitar problemas legais e, consequentemente, garantir o cumprimento dos direitos dos trabalhadores.

As férias na reforma trabalhista

A reforma trabalhista trouxe mudanças nas regras relacionadas às férias. Agora, é possível dividir as férias em até três períodos, desde que um deles não seja inferior a 14 dias corridos e os demais não sejam inferiores a cinco dias corridos cada.

É importante entender a diferença entre recesso e férias. Enquanto as férias são um direito do trabalhador previsto em lei e remuneradas com um acréscimo de um terço do salário, o recesso é uma pausa concedida pela empresa, geralmente durante períodos de baixa atividade, e pode ou não ser remunerado.

Monitore o saldo de férias

Mantenha um registro atualizado do saldo de férias de cada colaborador, garantindo que eles tenham o direito de usufruir desse benefício quando desejarem.

Crie um calendário de férias

Estabeleça um calendário de férias que leve em consideração as necessidades da empresa e dos colaboradores, evitando períodos de sobrecarga de trabalho ou baixa produtividade.

Defina critérios para resolução de conflitos

Quando as solicitações de férias coincidirem, estabeleça critérios transparentes e justos para resolver os conflitos. Primeiramente, leve em consideração o tempo de serviço. Além disso, considere a ordem de solicitação e, por fim, as necessidades operacionais.

Crie um plano de contingência

Elabore um plano de contingência para lidar com situações como ausências inesperadas ou conflitos de agenda. Assim, você estará um passo à frente dos imprevistos e garantirá a continuidade das atividades da empresa.

Cumpra a legislação

Garanta que todas as decisões relacionadas às férias estejam em conformidade com a legislação trabalhista vigente, evitando assim problemas legais no futuro.

Planeje a concessão das férias de acordo com as necessidades da empresa e dos colaboradores. Considere, por exemplo, períodos de menor atividade ou sazonalidade. Além disso, garanta que a equipe seja adequadamente coberta durante a ausência dos colaboradores de férias.

A legislação trabalhista define regras específicas sobre as férias, incluindo o período de concessão. Além disso, menciona o pagamento do adicional de um terço do salário e os prazos para comunicação e planejamento. Portanto, as empresas devem estar cientes dessas regulamentações para evitar problemas legais e, consequentemente, garantir o cumprimento dos direitos dos trabalhadores.

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